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Bem-vindo! 

Grande Capítulo de Lowtons do 
"Estado de São Paulo"

Vinculado ao Grande Oriente de São Paulo
Membro da Federação Nacional de Lowtons do Grande Oriente do Brasil
- Fundado em 14 de Junho de 2014 -











           No Grande Oriente de São Paulo, entre os anos de 1995 e 1996, um grupo de Maçons integrados com o firme propósito em dar guarida aos Lowtons de algumas Lojas Maçônicas da Capital do Estado de São Paulo, composto pelos Irmãos APARECIDO ANTONIO DE OLIVEIRA, WALDOMIRO HENRIQUE NEVES DE ÁVILA e PEDRO GERALDO BOARATTI, se reuniram para discutirem a seguinte questão: “As Lojas Maçônicas adotam os Lowtons através de uma cerimônia belíssima onde são proferidas palavras doces, são oferecidos o Sal, o Mel, o Vinho e o Pão, e concluem a cerimônia com a bênção das crianças recém adotadas como Lowtons pelas Lojas, e em seguida estes mesmos jovens vão para suas casas e nada mais.”
 
             Sem dúvida alguma faltava ser dada uma continuidade no processo de instrução e formação dos Lowtons, afinal, as Lojas contraíram o dever de prestar-lhes inteiro auxílio e serem a "grande madrinha dos Lowtons”, através dos Maçons a ela filiados, porém isso evidentemente não estava acontecendo como deveria.
 
           Por outro lado, há cerca de uns trinta anos atrás, houve literalmente falando um abandono para com os Lowtons, onde esta riquíssima tradição maçônica fora desprezada, esquecida e simplesmente ignorada, de modo que gerações se passaram e o número de Lowtons ia reduzindo-se anualmente.
 
          Foi com base neste cenário de profunda tristeza que o Capítulo de Lowtons Estado de São Paulo, vinculado diretamente ao Grande Oriente de São Paulo nasceu em 1995 e fora constituído para arrebanhar os Lowtons adotados pelas Lojas Maçônicas próximas e que tivessem o interesse em enviar os seus Lowtons para serem instruídos.
 
        Oportunamente foi criada no âmbito do Grande Oriente de São Paulo, uma Coordenadoria destinada aos Lowtons e também foi criado um Cerimonial oficializado pelo Grande Oriente de São Paulo e colocado em prática em todas as reuniões, tendo sido este um dos mais importantes momentos nesta jornada de resgate dos Lowtons e na estruturação de todo um sistema para a sua efetiva formação.
 
          Os anos se passaram e o Capítulo de Lowtons trabalhou ininterruptamente até o mês de Junho de 2014, quando o Grão Mestre do Grande Oriente de São Paulo, Eminente Irmão MÁRIO SÉRGIO NUNES DA COSTA, em conjunto com o Grande Secretário de Entidades Paramaçônicas, Poderoso Irmão JOSÉ APARECIDO MONTAGNANA, assessorado pelo entusiasta Grande Secretário Assistente de Entidades Paramaçônicas, Poderoso Irmão RODOLFO PIOVEZAN, e sem dúvida alguma com o incansável e perseverante Coordenador Estadual de Lowtons, Venerável Irmão WALDOMIRO HENRIQUE NEVES DE ÁVILA, chegaram a conclusão de que era o momento ímpar para que fosse dada maior atenção aos Lowtons, pois perceberam que muitas Lojas da Jurisdição do Grande Oriente de São Paulo não os adotava e ou os instruía por desconhecimento desta antiga prática, por encontrarem dificuldades com os procedimentos de adoção, bem como pela falta de material instrutivo. Faltava claramente um norte, uma orientação em nível estadual...
 
         Foi assim que foi fundado em 14 de Junho de 2014 o GRANDE CAPÍTULO DE LOWTONS DO ESTADO DE SÃO PAULO, vinculado ao Grande Oriente de São Paulo, membro da Federação Nacional de Lowtons do Grande Oriente do Brasil, com o objetivo institucional de ser o "grande parceiro" dos Lowtons adotados e instruídos pelas Lojas da Jurisdição e trabalhando pelo exemplo.
 
         Com a fundação do Grande Capítulo Estadual, que sucedeu o antigo Capítulo de Lowtons do Estado de São Paulo, foram elaborados inúmeros materiais alusivos aos Lowtons, onde destacamos entre outros como cadernos de atividades, diplomas emitidos pelo próprio Grande Capítulo, além dos já emitidos pelas Lojas Maçônicas, manuais de instrução, bem como fora criado todo um programa de docência e pedagógico para os Lowtons e Lojas, cerimoniais especiais para efemérides diversas, textos e orientações específicas e ligadas a formação dos Lowtons e afins.
 
           O Grande Capítulo de Lowtons do Estado de São Paulo nasceu para ser o grande aliado das Lojas Maçônicas no sentido de prestar-lhes a mais ampla orientação, apoio e informações para que estas retomem tanto a Adoção como também a Instrução e Formação de seus Lowtons.
           O GRANDE ORIENTE DE SÃO PAULO, federado ao Grande Oriente do Brasil, é a Obediência Maçônica Estadual que as Lojas Maçônicas da Federação são jurisdicionadas. É o órgão administrativo e gestor de todo o relacionamento das Lojas com o Poder Central do GOB.
 
          Neste aspecto, o GRANDE CAPÍTULO DE LOWTONS DO ESTADO DE SÃO PAULO possui um vínculo indissolúvel com o GOSP, está subordinado à Grande Secretaria de Entidades Paramaçônicas através da Coordenadoria Estadual de Lowtons.
 

         Sem dúvida alguma o sucesso do Grande Capítulo está em unir a capacidade administrativa e institucional do GOSP com a vontade e o desejo das Lojas Maçônicas de todo o Estado de São Paulo em adotarem e instruírem os Lowtons, pois é certo que os Lowtons de hoje serão os Homens de amanhã e a continuidade da nossa Nação.   
 
A História do Grande Oriente do Brasil

Embora tenha, a Maçonaria brasileira, se iniciado em 1797 com a Loja Cavaleiros da Luz, criada na povoação da Barra, em Salvador, Bahia, e ainda com a Loja União, em 1800, sucedida pela Loja Reunião em 1802, no Rio de Janeiro, só em 1822, quando a campanha pela independência do Brasil se tornava mais intensa, é que iria ser criada sua primeira Obediência, com Jurisdição nacional, exatamente com a incumbência de levar a cabo o processo de emancipação política do país.

Criado a 17 de junho de 1822, por três Lojas do Rio de Janeiro - a Commercio e Artes na Idade do Ouro e mais a União e Tranquilidade e a Esperança de Niterói, resultantes da divisão da primeira - O Grande Oriente Brasileiro teve, como seus primeiros mandatários José Bonifácio de Andrada e Silva, ministro do Reino e de Estrangeiros e Joaquim Gonçalves Ledo, Primeiro Vigilante. A 4 de outubro do mesmo ano, já após a declaração de independência de 7 de setembro, José Bonifácio foi substituído pelo então príncipe regente e, logo depois, Imperador D. Pedro I (Irmão Guatimozim). Este, diante da instabilidade dos primeiros dias de nação independente e considerando a rivalidade política entre os grupos de José Bonifácio e de Gonçalves Ledo - que se destacava, ao lado de José Clemente Pereira e o cônego Januário da Cunha Barbosa, como o principal líder dos maçons - mandou suspender os trabalhos do Grande Oriente, a 25 de outubro de 1822.
Somente em novembro de 1831, após a abdicação de D. Pedro I - ocorrida a 7 de abril daquele ano - é que os trabalhos maçônicos retomaram força e vigor, com a reinstalação da Obediência, sob o título de Grande Oriente do Brasil, que nunca mais suspendeu as suas atividades.

Instalado no Palácio Maçônico do Lavradio, no Rio de Janeiro, a partir de 1842, e com Lojas em praticamente todas as províncias, o Grande Oriente do Brasil logo se tornou um participante ativo em todas as grandes conquistas sociais do povo brasileiro, fazendo com que sua História se confunda com a própria História do Brasil Independente.

Através de homens de alto espírito público, colocados em arcas importantes da atividade humana, principalmente em segmentos formadores de opinião, como as Classes Liberais, o Jornalismo e as Forças Armadas - o Exército, mais especificamente - O Grande Oriente do Brasil iria ter, a partir da metade do século XIX, atuação marcante em diversas campanhas sociais e cívicas da nação.

Assim, distinguiu-se na campanha pela extinção da escravatura negra no país, obtendo leis que foram abatendo o escravagismo, paulatinamente; entre elas, a "Lei Euzébio de Queiroz", que extinguia o tráfico de escravos, em 1850, e a "Lei Visconde do Rio Branco", de 1871, que declarava livre as crianças nascidas de escravas daí em diante. Euzébio de Queiroz foi maçom graduado e membro do Supremo Conselho da Grau 33; o Visconde do Rio Branco, como chefe de Gabinete Ministerial, foi Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil. O trabalho maçônico só parou com a abolição da escravatura, a 13 de maio de 1888.

A Campanha republicana, que pretendia evitar um terceiro reinado no Brasil e colocar o país na mesma situação das demais nações centro e sul americanas, também contou com intenso trabalho maçônico de divulgação dos ideais da República, nas Lojas e nos Clubes Republicanos, espalhados por todo o país. Na hora final da campanha, quando a república foi implantada, ali estava um maçom a liderar as tropas do Exército com seu prestígio: Marechal Deodoro da Fonseca que viria a ser Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil.

Durante os primeiros quarenta anos da República - período denominado "República Velha" - foi notória a participação do Grande Oriente do Brasil na evolução política nacional, através de vários presidentes maçons, além de Deodoro: Marechal Floriano Peixoto Moraes, Manoel Ferraz de Campos Salles, Marechal Hermes da Fonseca, Nilo Peçanha, Wenceslau Brás e Washington Luís Pereira de Souza.

Durante a 1ª Grande Guerra (1914 - 1918), o Grande Oriente do Brasil, a partir de 1916, através de seu Grão-Mestre, Almirante Veríssimo José da Costa, apoiava a entrada do Brasil no conflito, ao lado das nações amigas. E, mesmo antes dessa entrada, que se deu em 1917, o Grande Oriente já enviava contribuições financeiras à Maçonaria Francesa, destinadas ao socorro das vítimas da guerra, como indica a correspondência, que, da França, era enviada ao Grande Oriente do Brasil, na época.

Mesmo com uma cisão, que, surgida em 1927, originou as Grandes Lojas Estaduais brasileiras, enfraquecendo, momentaneamente, o Grande Oriente do Brasil, este continuou como ponta-de-lança da Maçonaria, em diversas questões nacionais, como: anistia para presos políticos, durante períodos de exceção, com estado de sítio, em alguns governos da República; a luta pela redemocratização do país, que fora submetido, desde 1937, a uma ditadura, que só terminaria em 1945; participação, através das Obediências Maçônicas européias, na divulgação da doutrina democrática dos países aliados, na 2ª Grande Guerra (1939 - 1945); participação no movimento que interrompeu a escalada da extrema-esquerda no país, em 1964; combate ao posterior desvirtuamento desse movimento, que gerou o regime autoritário longo demais; luta pela anistia geral dos atingidos por esse movimento; trabalho pela volta das eleições diretas, depois de um longo período de governantes impostos ao país.

E, em 1983, investia na juventude, ao criar a sua máxima obra social; a Ação Paramaçônica Juvenil, de âmbito nacional, destinada ao aperfeiçoamento físico e intelectual dos jovens - de ambos os sexos, filhos ou não filhos de maçons.

Presente em Brasília - capital do país, desde 1960 - onde se instalou em 1978, o Grande Oriente do Brasil tem, hoje, um patrimônio considerável, e em diversos Estados, além do Rio de Janeiro, e na Capital Federal, onde sua sede ocupa um edifício com 7.800 metros quadrados de área construída.

Com aproximadamente 2.400 Lojas, cerca de 86.500 obreiros ativos, reconhecido por mais de 180 Obediências regulares do mundo, o Grande Oriente do Brasil é, hoje, a maior Obediência Maçônica do mundo latino e reconhecida como regular e legítima pela Grande Loja Unida da Inglaterra, de acordo com os termos do Tratado de 1935

Lowtons, o que são?

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              A palavra Lowton não é encontrada em nossos dicionários comuns ou de qualquer língua, mas é usada em alguns dialetos na Escócia.

 

         Supõe-se que seja corruptela de um termo egípcio antigo, significando "lobo" ou "chacal". Alguns povos pronunciamluston ou Lowton; Na França usa-se o termo luveton e na Inglaterra lewis.
 

              Por Lowton são assim chamados os adotados pela Maçonaria, porque "lobo" – ou o "chacal", ambos da mesma família, desde os mais recentes tempos representam a coragem, o destemor, sendo o único animal selvagem que só se defende, raramente, atacando presas só para se alimentar. As más qualidades fogem do lobo, como as trevas se afugentam e cedem à luz do sol. Isso é relembrado e trazido à nós através da antiga lenda romana de Rômulo e Remo quando diz que quando a sua mãe, uma princesa latina, foi assassinada por um tio malvado, os bebés gémeos, Rómulo e Remo, foram lançados ao Tibre. Salvos por uma loba, que os amamentou e os tratou como se fossem seus filhos, incutiu neles ferocidade e sentido de lealdade.
 

          Voltando ao foco desta matéria, lembremos que o Ir:. Baden Powel, criador do Escotismo, cognominou Lowtons como uma classe de lobinhos, certamente se inspirando nesses fatos.
 

            A cerimônia de adoção de Lowton é assim chamada uma vez que os Lowtons tornam-se "filhos adotivos da Loja Maçônica", a qual contrai para com eles a obrigação de servir-lhes de tutor e de seu guia na vida social, acompanhando-os em seus passos na coletividade em que convivem.


              Devem os pais reconhecerem a grande honra que lhes representa ao terem seus filhos adotados por uma Loja Maçônica. Assim sendo, receberão com o máximo carinho fraternal sua instrução e direcionamento a um modo de vida totalmente responsável, livre e fraternal.


             Aos padrinhos cabem reconhecerem a honra de estarem representando a Loja Maçônica e assumindo, em seus nomes, os fraternos compromissos da adoção, até a sua formação e principalmente na falta de seus pais, se ocorrer. Naquele momento os padrinhos assumem as responsabilidades:
 

  1. Guiar seus afilhados na senda da fraternidade;
  2. Mostrar-lhes a importância da liberdade;
  3. Exaltar a fraternidade para onde foram guiados;
  4. Dedicarem amor e cuidado com as crianças órfãs.

             
             Os padrinhos e a própria Loja Maçônica devem tudo fazer para que essas crianças, esses jovens, transformem-se em verdadeiros homens, cônscios de seus deveres, responsáveis pelas suas liberdades com o sentido de auto vigilância sobre os seus atos acima de tudo, alertá-los para que se tornem sabedores de todas as injunções do ser humano, mas dispostos a ultrapassá-las, É dever dos padrinhos maçons demonstrar, pela prática na vida profana, pelo exemplo de seus atos e pela vivência das virtudes teologais.




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Grande Capítulo de Lowtons do
“Estado de São Paulo”
e
Grande Núcleo Apejotista do
“Estado de São Paulo”
 
Lowton e APJ/GOB
Uma Aliança Fundamental
É importante destacar que há uma ligação e uma parceria muito importante entre os Lowtons, através do GRANDE CAPÍTULO DE LOWTONS DO ESTADO DE SÃO PAULO, com a APJ/GOB, através do GRANDE NÚCLEO APEJOTISTA DO ESTADO DE SÃO PAULO, pois ambos estão intimamente ligados e visam basicamente os mesmos objetivos.
 
Segundo a Legislação Maçônica em vigor adotada no GRANDE ORIENTE DO BRASIL, podem ser adotados como Lowtons nas Lojas da Federação, Meninos com idade de 7 a 17 anos, ao passo que podem ser admitidos como Apejotistas Meninos e Meninas com idades de 7 a 21 anos, sendo que de 7 a 12 anos os jovens não podem passar pelo cerimonial de Admissão na APJ, onde permanecem na qualidade de Aspirante, e pensando nisso, sabiamente a Grande Secretaria de Entidades Paramaçônicas do GOSP criou uma magnífica parceria entre os Lowtons e a APJ, onde:
 
I – Dos 07 aos 12 anos – Os meninos são direcionados aos Capítulos de Lowtons das Lojas da Jurisdição com a Adoção de Lowtons;
 
II – Dos 12 aos 21 anos – Os meninos e as meninas são direcionados aos Núcleos Apejotistas ligados ás Lojas da Jurisdição.
 
Isso não é uma regra, pois um Lowtons pode continuar freqüentando as Instruções do seu Capítulo até os 17 anos, assim como um Apejotista pode ser admitido em qualquer Núcleo á partir dos 7 anos, pois não há uma regra e ou uma concorrência entre ambos, vez que o que existe é uma parceria, pois um está ligado intimamente ao outro, embora sejam Entidades Paramaçônicas distintas.
 
O empenho conjunto é em instruir e formar tanto os Lowtons como os Apejotistas em verdadeiros Cidadãos, e que estes sejam patrióticos, formadores de opinião e pessoas de bem.
 
É com parcerias e com um trabalho integrado deste que as Entidades Paramaçônicas ligadas ao GRANDE ORIENTE DE SÃO PAULO prosperarão e terão em seus quadros pessoas da mais elevada capacidade, competência, honestidade e inteligência. 


 


 

A APJ, Ação Paramaçônica Juvenil, é uma instituição paramaçônica destinada a jovens, de âmbito nacional, criada pelo Grande Oriente do Brasil (GOB), órgão agremiador da maçonaria brasileira.

A APJ como é conhecida pelos jovens e adultos envolvidos em suas atividades é uma proposta da maçonaria brasileira para criar uma reserva moral para o Brasil. Dentre os princípios norteadores da APJ encontram-se o estudo das personalidades históricas brasileiras, o conhecimento sócio-político do país, noções de cidadania, patriotismo, fidelidade, ética, além do desenvolvimento de talentos adicionais ao esporte, artes, literatura e liderança.


O projeto inicial da APJ se deu em 15 de abril de 1983, quando a Assembléia Federal Legislativa da maçonaria brasileira aprovou a criação da lei n.º 02/83 que previa a criação e manutenção da APJ/GOB.Para participar da APJ é necessário ter entre 07 e 21 anos e ser indicado por um membro já atuante. O trabalho na APJ é gratuito e é tutelado pela Maçonaria. Cada Grão-Mestre Estadual é responsável direto pelo desenvolvimento da APJ em seu Estado.O patrono e símbolo cívico geral da APJ é Olavo Bilac.

Em construção.


   
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